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   quinta-feira, 2 de outubro de 2003

Sábado, a saída para o Rio e primeiro dia de MSXRio.



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… Acordamos as 6:00 da manhã, já que a saída havia sido marcada para as 7:00 na rodoviária do Tietê, logo de manhã, o Daniel e o Spy já soltaram mais musica na minha cabeça , mas já adianto, quanto mais eu ouço mais eu tenho convicção de não vai mesmo eheheh. Tomamos o café, carregamos as malas (inclusive o Daniel levou um pneu extra) e partimos para a rodoviária, já com um “pequeno” atraso. Chegando lá encontramos o Bergo e Adriano, que já estava no fliperama da rodoviária, logo em seguida chegou o resto do pessoal (Ginseng e DalPoz). Uma nota é que o DalPoz já havia dito dias atras que iria ao Rio com um carro “diferente” do que estávamos acostumados, ele fez segredo até a hora que descemos ao estacionamento. Lá o DalPoz apresenta o seu Mustang preto, 8 bocas.

Fica aqui registrado também um “protesto”. Eu já havia dito na quarta-feira ao Daniel que este ano queria viajar no carro dele, porem na hora, os fudebas “empurram” eu e o Ginseng para o DalPoz (mui amigos vocês …) (Nota: Nada contra o DalPoz.) O porque deste protesto? Simples… 8 bocas, o Mustang bebe gasolina feito um doido, e o esquema da viagem é sempre rachar o gasto com gasolina, pedágio e estacionamento. Imagina a viagem neste carro e rachando por apenas 3 pessoas a facada que saiu no final. Enquanto, no carro do Daniel (que é bem mais econômico) foram em 4 pessoas. Tudo bem isso passa.

Pegamos a Dutra, por volta das 8:30, cerca de 400Km a rodar até chegar no Rio. Um fato também é que o DalPoz foi parado em dois dos seis postos da policia rodoviária na estrada, para aquela olhadinha “básica”. Segundo o DalPoz, o dono anterior do carro já o havia advertido que se ele fosse viajar como carro, isso iria acontecer mesmo, pois como o dono disse: “Eles sempre param o mustang pra dar uma olhadinha”. O curioso é que no ultimo posto (já na divisa do estado) o guardinha pediu até pra abrir o porta-malas. Quebrou a cara, porque não tinha nada alem de malas.

Uma das coisas mais ruins do trajeto foi o fato da descida da Serra das Araras estar interditada, e usado o esquema de descida e subida em mão dupla na pista que é usada pra subida Rio -> São Paulo. Descida lenta, e com alguns motoristas malucos, sem juízo que cortavam os caminhões pela direita!!!

Chegamos no Rio, na Av. Brasil por volta das 13:00, começava a mesma coisa do ano passado: Como chegar ao local? Os mapas do site apontador não tinham o nível de detalhes suficientes, as instruções escritas até funcionariam bem, se o Rio de Janeiro fosse bem sinalizado (placas, placas, placas… gente!). Depois de algum roda daqui, roda dali, tenta falar com o Jurczyk, paramos em um posto de gasolina para o DalPoz completar o tanque do carro (foram 50 litros de gasolina em cerca de 430Km). Conseguiram falar com o Jurczyk, estávamos quase no caminho certo, com um porem que estamos na pista errada, do lado direito da linha do trem, e o correto seria do lado esquerdo.

Roda, roda, roda, e acertamos o caminho, chegamos ao local do encontro (fica no Engenho de Dentro) ali pelas 14:30. Outro problema estava por vir: Estacionar os carros. Como estava havendo um evento de pagode (acho) ali por perto, o estacionamento que funciona no posto de gasolina estava LOTADO. Foi sugerido que estacionasse sobre a calçada mesmo. Em principio ninguém que veio de São Paulo concordou (nem eu!), porem o Daniel notou que haviam vagas pintadas sobre a calcada! nisto, ele parou de discutir e colocamos os carros sobre a calçada mesmo. O mustang do DalPoz, ficou “ensanduichado” entre um outro carro que já estava sobre a calçada e o carro do Daniel, O DalPoz estava com medo que alguém levasse o seu carro.

Entramos, cumprimentamos os amigos, e logo, era hora de procurar algo para comer, já que estávamos apenas com o café da manhã. O Márcio (do Rio) sugeriu uma churrascaria, que fica no Meier, desse que era pertinho (conversa de mineiro) e dava pra ir a pé. Mau negócio… andamos cerca de 20 minutos.

Nesta churrascaria, aconteceu a terceira “pegadinha” da viagem. Alguns dos que foram a churrascaria, resolveram comer a sobremesa, pudim de leite condensado. Até ai tudo bem, pudim muito bonito, e devia estar gostoso, o único detalhe era o preço: Cerca de R$3,50 o pedaço!!! Alguém na mesa já afirmou: Esse pudim deve ser feito de ouro!

Mais 20 minutos de caminhada e estamos de volta ao local do encontro. Tínhamos que deixar o local as 19:00 e ai já fomos ao hotel, que por sinal resolvemos ficar no mesmo do ano passado: Hotel Regina. Um detalhe é lembrar que o hotel fica muuuiito longe do local do encontro (Engenho de dentro – Catete). Pra ir ao local do hotel, valeu até o DalPoz se perder no Rio, denovo!

Queríamos um quarto enorme que havíamos ficado no ano passado, mas um grupo de turistas já o tinha pego, logo tivemos que ficar em quartos menores. Os dois fumantes (Adriano e Spy) ficaram em um quarto duplo, Eu, o Bergo e o Caetano, ficamos em um quarto triplo, sobrou o DalPoz e o Ginseng em um quarto duplo, eheheh… (acho que isso foi alguma vingança, )

Subimos ao quarto para tomar um banho e trocar de roupa. Uma coisa interessante é que os banheiros do hotel tem ralos no teto, deve ser pra prever alguma inversão gravitacional . (tá tá… eu sei, é para o vapor ter por onde sair e não embolorar o forro)

Havia um outro problema, o pessoal do Rio havia marcado de se encontrar no Nova América, o Detalhe é que também é longe pacas do hotel. Como estávamos muito cansados, resolvemos não ir, e comer e beber ali por perto do hotel mesmo, que por coincidência foi no mesmo local que fomos no ano passado: Boteco dos Amigos. Antes de sair, tivemos que aguardar o DalPoz e Ginseng, ficamos na porta do hotel, e entre uma conversa e outra, pude desvendar o mistério da história do “Ademir, o Sensível”. Fomos para o para o boteco. O pessoal pediu chopp, porções, batata, etc. Eu como estava verde de fome, fui de um belo macarrão a bolonhesa, acompanhando de uma taça de vinho mosteiro. Ouch! táva bom demais! Deu até pra ficar meio zonzo com o vinho. (nota: vinho é a única bebida alcoólica que eu tomo, e de vez em quando ainda.)

Por volta da 1:00 eu o Daniel e o Bergo, resolvemos voltar ao hotel e cair na cama. O resto do pessoal ainda ficou por lá e até onde ficamos sabendo houve uma farra extra. Combinamos que acordaríamos as 8:00, e pra ter certeza que não haveria falha, cada um colocou o celular pra despertar em um horário diferente: Daniel, as 8:00, eu, as 8:02, e o Bergo, as 8:05. Em resumo, não era pra perder a hora mesmo, eheheh… Cai na cama e pluft! Apaguei!



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E altamente gambiarrado por mim mesmo :)
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