Transportes aéreos.
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Qualquer coincidência com o Yakult no sabor é mera engenharia reversa
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…… O primeiro celular a tocar foi o do Daniel, acordamos todos, e o Daniel já foi abrindo a janela, argh! luz do sol
, bem não adiantou virar pro outro lado que o próximo celular a tocar o despertador foi o meu. O jeito foi levantar mesmo. Nos trocamos e fomos ao sexto andar, para tomar o café da manhã, e que café! Entre na página do Hotel Regina e veja só. Quando estávamos acabando, chegaram o Adriano e o Spy, nos descemos e fomos procurar os caixas dos bancos, afinal a grana já estava no fim, uma coisa a notar é o relaxo nas ruas do Rio, dá uma impressão de sujeira, principalmente a luz do dia, sem falar do mal cheiro, por causa dos mendigos. Bão… deixa pra lá. Achamos o bradesco e banco do brasil, e voltamos para o hotel.
O Adriano e o Spy já estavam terminando de tomar o café, e nada do DalPoz e do Ginseng. O Daniel tentou ligar para o celular do DalPoz e nada… desligado, e isso já eram quase 10:00. Logo em seguida conseguem falar com o DalPoz, já estava saindo pra tomar o café também. Logo ele chegou e nada do Ginseng. Voltamos ao quarto com intenção de pegar nossas malas e já ir para a portaria para fecharmos a diária. O Ginseng, se não ficou sem café, deve ter pentelhado as tias da cozinha.
Sentamos na sala de espera para aguardar o Ginseng, que demorou bem. Com todos lá, fomos a conta, uma coisa que ninguém estava contando muito, é que nos deram o preço do quanto e dividindo daria cerca de R$45,00 pra cada um, porém apareceu a novidade dos “10%” que não foi nos falado na hora da hospedagem, conclusão, acabamos pagando R$49,00.
Hora de voltar ao local do evento. Valeu mais algumas voltas por causa de ruas fechadas por causa da feira, uma passada na praia do flamengo, e enfim achamos o caminho de volta. Chegamos a tempo de assistir a palestra do Giovanni sobre HD’s no MSX. Depois, almoço. Desta vez, foi em um lugar mais perto, e de carro. O legal é que junto estava o B. Piropo, e também apareceu o Ricardo Oazem. O almoço foi em um self-serviçe por quilo. Já aproveitei e comi o suficiente pra ficar sem janta até altas horas, visto que sairíamos de viagem por volta das 17:00, e a volta seria “non-stop”.
Voltamos ao local do encontro, e eu resolvi abrir o monitor que o Ginseng trouxe da Europa, e chegou com problemas, achei vários trincos na placa, remendei vários deles, mas mesmo assim não funcionou, como estava com o monitor aberto em um lugar desajeitado, disse que seria melhor que levasse pra alguém em São Paulo, em uma oficina de modo a ser feito um serviço decente.
Nisso vejo o Daniel conversando com o DalPoz e parece que o papo não estava muito agradável, depois vim a saber que o DalPoz queria voltar um pouco mais “chutado” e o Daniel não estava de acordo, conclusão, os carros acabaram voltando separados. Confesso que o DalPoz correu um pouco, tanto que chegamos com cerca de 1:30 de vantagem em São Paulo, a nossa volta foi sem paradas, e o Daniel parou pra um lanche, dai a diferença.
Nossa saída para a Av. Brasil foi sem maiores problemas, exceto por um erro ali por perto do porto, teve até um trecho em contramão, mas tudo bem. Conseguimos pegar a Dutra por volta das 21:00. O tempo não estava muito legal, estava indicando chuva e dito e feito, pegamos chuva justo na subida da Serra das Araras, que como já sabíamos, estava com subida em mão dupla, uma caca, lentidão total. Tivemos pista molhada com chuva até por perto da divisa do estado. E na volta não fomos parados em nenhum posto da policia rodoviária.
Chegamos em São Paulo por volta das 23:50. Uma coisa que eu não gostei, foi o DalPoz resolver tirar um racha com um sujeito que o cutucou no final da dutra/inicio da marginal. Não achei sensato andar a quase 180Km/h numa via daquelas, apesar do quase nenhum movimento, pois a pista deu pra perceber que era meio irregular.
Ao chegarmos na rodoviária disse ao DalPoz que já queira acertar os custos da viagem, logo foi preciso procurar um posto de gasolina pra reabastecer o tanque e calcular quanto caberia a cada um de nós três. Resultado: R$83,00. Eu chego a conclusão que essa foi a quarta “pegadinha” da viagem… O DalPoz me deixou na rodoviária, me despedi e subi em direção aos guiches. Teria um ônibus para cá, as 0:30, liguei para o Daniel e eles ainda estavam longe de São Paulo, resolvi que não iria esperar o pessoal que voltaria a Campinas (O Adriano e o Bergo). Comprei a passagem e desci a plataforma de embarque, como estava já aparecendo um indicio de fome, e a viagem de volta são três horas e meia, e sem parada, achei por bem comprar um lanchinho. Foi a quinta “pegadinha”… R$6,40 por uma lata de refri e dois salgados de frango com catupiri, minúsculos!!!
Até campinas o ônibus até que veio com bastante passageiros, porem lá ficaram quase todos, no resto o percurso, só estava no ônibus eu e mais dois! Eu acabei cochilando um bom trecho do caminho, até que acordei assustado, pensando que havia passado a minha cidade, porem um alivio ao ver uma placa indicando que faltavam ainda 10Km… ufa!
A sexta e última “pegadinha” foi já aqui na rodoviária de São João… “Não tinha taxi pra eu vir pra casa!!!” Conclusão, ainda tive que andar mais 4,8Km a pé pra chegar em casa! E com a mochila e a sacola com as muambas que comprei em São Paulo.
Cheguei em casa as 4:30 da manhã. Tomei um banho, comi um lanche e bam! Apaguei de tão cansado.
Concluindo, apesar das pegadinhas, dos sustos, das correrias, do cansaço, foi legal, muito mesmo. Valeu a pena por rever os amigos do Rio, dar muitas risadas. Ano que vem faço tudo de novo, e DESTA VEZ espero que os “mui amigos” não furem a minha ida com o Daniel
Agora é se preparar para Novembro, que tem MSXJaú. E com certeza estarei lá!!!
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